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Psicoterapia

Gestalt - Terapia:

No campo da psicoterapia, existem várias modalidades de tratamento. Algumas são mais conhecidas pelo grande público, como por exemplo, a psicanálise, criada por Freud. A maioria das pessoas já ouviu falar, leu, viu na televisão ou no cinema algo a respeito, e a imagem que vem é a do analisando deitado no divã, contando seus sonhos e fantasias, e o psicanalista sentado na poltrona colocada atrás do divã ouvindo a maior parte do tempo, e eventualmente fazendo alguma interpretação, trazendo à tona algum aspecto obscuro escondido no inconsciente.

Mais recentemente é comum encontrar em jornais e revistas, matérias sobre distúrbios cada vez mais freqüentes como depressão e pânico, e o tratamento preconizado geralmente é medicamentoso (prescrito pelo psiquiatra) e a terapia "cognitivo comportamental", vista como uma terapia breve e focalizada no sintoma.

A Gestalt - terapia foi criada por Frederick (ou "Fritz") Perls e um pequeno grupo de psicoterapeutas, na década de 1950. Fritz fazia críticas ao método freudiano, muito voltado para o passado e muito interpretativo, e propunha uma terapia centrada no aqui-agora e na experiência concreta do sujeito englobando a sua totalidade: corpo, sensações, emoções, sentimentos, pensamentos, fantasias, sonhos, enfim tudo que está presente naquele momento, tudo que constitui o campo de experiência único daquela pessoa, com todos os seus valores e significados. Aliás, "gestalt" é uma palavra alemã que significa "configuração" a maneira peculiar como cada sujeito estrutura a percepção de si mesmo e do mundo.

Fundamental na Gestalt-terapia é a relação que se estabelece entre o terapeuta e o cliente. Procura-se construir uma relação autêntica, genuína, pautada pelo diálogo de pessoa para pessoa, no decorrer da qual, pouco a pouco, o sujeito vai ampliando sua percepção e atribuindo seus próprios significados.

Assim, o sintoma (seja ele qual for, depressão, pânico, ansiedade, compulsão ou gastrite, enxaqueca, distúrbio psicossomático) vai sendo compreendido como um "sinal" do organismo, que poderá ser ressignificado e utilizado na busca de uma autorregulação mais saudável.

A partir da experiência sensorial concreta e imediata vai-se desenvolvendo o contato com outras camadas (emoções, memórias, fantasias, expectativas), enfim, é um processo em que o terapeuta e o cliente, juntos, vão explorando as vivências e descobrindo não só os bloqueios, mas também (e principalmente) as possibilidades. Como diz Perls, vai-se "descascando a cebola".

Memórias e situações passadas (às vezes de um passado remoto) vão aflorando espontaneamente, e são trabalhadas através de experimentos nos quais o cliente revive sensações e emoções, trazendo o passado pra o presente, e pode assim chegar a uma resolução ("fechando" uma "gestalt aberta", isto é, completando uma situação interrompida). Aos poucos, vai descobrindo seus recursos internos e ampliando sua fronteira de contato podendo assim concretizar uma parte maior do potencial.

O trabalho com sonhos também é um caminho importante para a integração de partes alienadas do eu. Os sonhos não são interpretados, mas sim vivenciados no aqui e agora, e o cliente vai se identificando com os vários elementos do sonho (pessoas, animais, objetos, etc) e através das sensações e sentimentos vai descobrindo as suas polaridades (por exemplo: força e fraqueza, adulto e criança, bondade e maldade) e pouco a pouco vai conseguindo integrá-las, a mensagem existencial do sonho é captada pelo sonhador

Enfim, a proposta da Gestalt-terapia é uma terapia de contato, que é feita no "aqui-agora", dentro de uma relação dialógica que se estabelece entre o terapeuta e o cliente, que visa uma ampliação da conscientização, integração da personalidade aumentando o auto-apoio (auto-aceitação, auto-valorização, auto-confiança) Desenvolvendo a própria individualidade e, aprendendo a confiar em seus próprios recursos e utilizá-los, a pessoa poderá chegar a estabelecer uma relação mais saudável e construtiva consigo mesma e com as outras pessoas.

(Isto é Gestalt Terapia, por Alina Purvinis)

Terapia com Crianças

O trabalho com crianças implica na valorização do contato delas com o mundo e na tomada de consciência sobre seu comportamento e seus sentimentos.

O contato (relação com o outro) é a forma de experimentar o mundo. Em terapia, é o momento em que se percebe onde as relações se mostram funcionais ou disfuncionais na vida da criança. Durante o processo terapeutico, a criança irá experimentar novas e diferentes formas de contatar a si mesmo e o mundo.

Muitas vezes, a criança não começa terapia por espontânea vontade e também não tem total consciência do contexto que a envolve. Quando isso ocorre, ela não terá maturidade para relatar, a princípio, como se sente, quando esse sentimento se iniciou, quais suas expectativas, etc. Procura-se, então, investigar todo contexto relacionado ao cotidiano da criança: escola, família, amigos, e outros envolvidos diretamente na vida dela. As entrevistas iniciais são as primeiras sessões realizadas com os responsáveis e com a criança. Outras pessoas poderão ser convidadas a participar deste primeiro contato, caso seja relevante na dinâmica familiar da criança.

Segundo Aguiar (2005), a criança poderá se sentir pressionada se forçarmos ela a verbalizar sobre seus problemas. Nem sempre a criança reconhece suas dificuldades, muitos menos o que a leva a sentir-se daquela forma. Precisamos criar um vínculo terapeutico com a criança antes e fortelecer uma relaçao de confiança entre a psicóloga e ela. Para isso, são oferecidos à ela brinquedos, fantoches, fantasias, tinta, papel, etc. Com a linguagem lúdica a criança irá significar e expressar o que está vivenciando e sentindo no aqui e agora.

O objetivo da terapia para a criança é a consciência amplificada de suas potencialidades, sentimentos e possibilidades de interação. Através das brincadeiras, que são ferramentas mediadoras da comunicação, a criança consegue expor suas vontades, medos, inseguranças e desejos. Aos poucos, e com um trabalho a médio ou longo prazo, a criança irá identificar seus pontos de cristalização para encontrar resoluções mais saudáveis para as situações da sua vida. A intenção da terapia é propiciar à criança o fortalecimento de suas bases emocionais e do seu self-suporte.


Terapia com Adultos

O homem está em processo constante de desenvolvimento e precisa identificar que é capaz de ampliar suas potencialidades. A terapia auxilia na conscientização das suas ações não funcionais em sua vida, assim como de suas capacidades, promovendo diferentes formas de contato do homem nas suas relações.

O trabalho acontece visando o processo de integração das partes que aceitamos e daquelas que negamos em nós mesmos. Assim, integramos as partes conhecidas e desconhecidas de nós mesmos para nos tornarmos o que somos verdadeiramente.

A psicoterapia é um processo de conscientização ampla (awareness) sobre como funcionamos e como nos relacionamos, transformando as próprias escolhas e decisões do homem em situações possíveis dentro do que ele realmente necessita.

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